
O que há de poético na chuva
Em meus olhos quando a observo
E te levo dali
Há algum lugar
Que percorres em teu silêncio
Na minha pele
Em meus beijos sofreando a noite
Em teus olhos no horizonte
De minhas mãos
Tentando se proteger do frio
Tateando versos
O que há de poético nas palavras que calam
Que já não me traduzem
De cor e salteado...
Já não sou janela
Nuvem
Medo
Amor para todo o sempre
Passado
Sou talvez um passo à frente
Esperando a chuva, passando
Mas sem palavras por hoje...
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Sem palavras por hoje
Postado por Raquel Carvalho às 19:36
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