segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

O que sinto...















Ao olhá-lo
Sinto que algo me invade a alma de calma
São teus olhos que em algum lugar
Se perdem e se acham
Em uma dimensão qualquer
Onde me encontro
Cheia de um contentamento muito meu
Meu peito em festa
Meus olhos serenam o pôr-do-sol de candura
Irradiando luz preguiçosa pelo céu que elegi para ser
O começo da noite que traz paz
Observo a tranquilidade crepuscular
E ausente de mim
Busco o que me fez feliz
Eu te amei tanto
Eu te quis tanto
Meu Deus, como eras lindo!
Eras chuva
Eras saudade de tempo bom
Brisa da manhã
Domingo com mar e Sol
Paisagem contemplativa de meus olhos

[Já cansados
que não cansam nunca
Como ser assim cheia de tanto tempo
Mas o que passa a ser o tempo desde de então?
Sol se pondo?
Céu de estrelas?
Dia que amanhece e depois dorme?
Que nome tem o contemplar-te?
Já que sinto
Uma imensa vontade de gritá-lo
Meu Deus, como eu ainda o amo...

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